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Por que o futuro aponta para a alimentação plant-based?




O conceito do plant-based food vem ganhando tantos adeptos no Brasil e no mundo que, hoje, representa um mercado com faturamento superior a US$ 5,5 bilhões. Como segue crescendo a uma taxa exorbitante de 15% ao ano, a previsão é de que o mercado plant-based global fature em torno de US$ 15 bilhões anuais até 2027.

No Brasil, a pandemia do Coronavírus ajudou a impulsionar o conceito do plant-based food ao ponto de 59% da população ter passado a comer produtos plant-based ao menos uma vez por semana. Simultaneamente, 49% dos brasileiros diminuíram o consumo de carne e derivados de proteína animal na dieta.

Mas afinal: o que é o plant-based food? Leia o texto até o final para descobrir e entender porque o futuro aponta para a alimentação plant-based!

O que é plant-based?

Plant based é um termo criado na década de 1980 pelo bioquímico norte-americano T. Colin Campbell com o intuito de descrever uma dieta concentrada em alimentos vegetais em detrimento a alimentos de origem animal, ou seja: com pouca gordura, muita fibra vegetal e significativamente mais saudável.

PhD em Ciência da Nutrição, o Dr. T. Colin Campbell hoje é um respeitado especialista no tema.

Anos depois de ter sido criado, o termo plant-based food foi adotado pelo mercado como uma nomenclatura para alimentos criados a partir de vegetais - como os hambúrgueres e carnes veganas. Com o aumento da demanda por estes e outros produtos vegetais, a nomenclatura plant-based tornou-se ainda mais popular.

O aumento dos adeptos à dieta plant-based

Pesquisas divulgadas nos Estados Unidos mostram que, de cada 10 pessoas, 6 estão alterando a alimentação para uma dieta flexitariana ou semi-vegetariana. Os próprios mercados norte-americanos atualmente dedicam seções inteiras de seus espaços internos apenas para a comercialização de produtos plant-based.

No Brasil, a agência Euromonitor calcula que o mercado plant-based apresentou um crescimento anual em torno de 11% nos últimos cincos anos - e um faturamento que passou de US$ 48,8 milhões em 2015 para US$ 82,8 milhões em 2020. Até 2025, o mercado plant-based brasileiro deve valer US$ 131,8 milhões.

A principal motivação dos adeptos da dieta plant-based? Ter uma vida mais saudável, além de cultivar hábitos mais sustentáveis e preservar o bem-estar animal.

O crescimento do plant-based food segue a tendência global de mudança nos hábitos alimentares (43% da população mundial está ingerindo mais alimentos à base de plantas, segundo a One Poll) e é acompanhada por uma variedade cada vez maior de produtos plant-based com sabores diversos - confira alguns:

? Carnes plant-based ? Hambúrguer, frango, nuggets, almôndegas, salsichas e carne moída feitas a partir de soja, grão-de-bico, beterraba e outros vegetais;

? Leites plant-based ? Leite e derivados (até sorvete) feitos a partir de soja, amêndoas, coco e outros vegetais;

? Frutos do mar plant-based ? Camarão, salmão, siri e outros frutos do mar feitos a partir de frutas, algas, azeite de dendê e outros vegetais.

Diferença entre veganismo e plant-based

No momento a diferença entre veganismo e plant-based é tanto conceitual quanto prática: enquanto o veganismo é um estilo de vida que retira do consumo qualquer produto com traços de origem animal, a alimentação plant-based procura inserir na dieta mais alimentos de origem vegetal e evitar os de origem animal.

É por isso que, ao priorizar o veganismo, a pessoa obtém muito mais sucesso na busca por uma vida mais saudável, sustentável e ética.

Por uma questão de tendência de mercado, o termo plant-based está se tornando cada vez mais utilizado nos rótulos de produtos veganos. Se este costume influenciar cada vez mais pessoas a aderirem à dieta vegana, a saúde e o planeta agradecem.






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