
Ela oferece mais saúde para o corpo e para a mente e é considerada por diversos nutricionistas e especialistas do mercado de alimentos como a dieta do momento.
A razão é clara: ao tornar os vegetais os protagonistas da dieta alimentar sem ignorar por completo as carnes, o flexitarianismo atrai mais adeptos e abre as portas para o veganismo.
Termo que une as palavras "flexível" e "vegetarianismo", o flexitarianismo pode ser descrito como um vegetarianismo light ou para iniciantes - uma maneira suave de reduzir aos poucos o consumo de carnes de animais enquanto aumenta o consumo de alimentos vegetais. A principal motivação dos flexitarianos? Cuidar da boa saúde.
Continue conosco para conhecer melhor o flexitarianismo e descobrir porque um número cada vez maior de pessoas está reduzindo o consumo de carne!
O que comem e como é o estilo de vida dos flexitarianos
O flexitarianismo é uma dieta alimentar majoritariamente vegetariana que abre espaço para o consumo ocasional de alimentos de origem animal. Ao invés de ter no prato bife, frango e outras carnes diariamente, o flexitariano prioriza alimentos e receitas vegetarianas e deixa para comer carne uma, duas ou três vezes por semana.
Conquistar um estilo de vida mais saudável é a principal causa que leva as pessoas a adotarem uma dieta flexitariana - mas não a única. O flexitarianismo também é um estilo de vida mais sustentável que ajuda a proteger o meio ambiente (reduzindo a emissão de gases de efeito estufa e o consumo de água) e o bem-estar dos animais.
Por excluir por completo do consumo os produtos de origem animal, o veganismo oferece um estilo de vida ainda mais saudável e sustentável para a população e vem ganhando adeptos ano após ano. Assim, o flexitarianismo pode servir como uma boa introdução ao estilo de vida vegano.
Por que diminuir o consumo de carne?
Reduzir o consumo de carne traz grandes benefícios para o organismo humano que também se refletem no meio ambiente e no bem-estar dos animais - confira abaixo algumas das vantagens:
? Diminui as chances de desenvolver câncer, problemas cardíacos e outras doenças;
? Diminui o peso, o colesterol, os gases e melhora o funcionamento do intestino;
? Gera mais energia e disposição para o dia a dia;
? Reduz a emissão de gases de efeito estufa e o consumo desenfreado de água na criação de animais;
? Reduz o financiamento à crueldade animal e protege as florestas contra o desmatamento para criação de pastos.
Benefícios da transição para o veganismo
Incentivado também pela oferta crescente de produtos plant-based com sabor de carne, o flexitarianismo surge como uma ótima alternativa de transição para o veganismo. Segundo especialistas, os flexitarianos sofrem menos doenças cardíacas, diabetes e câncer e vivem, em média, 3,6 anos a mais que os carnívoros.
Assim, criar um padrão alimentar rico em nutrientes através do consumo diário de frutas, verduras, legumes e outros vegetais - de preferência combinando uma fonte leguminosa com um cereal nas principais refeições - e consumir a carne preferida apenas em ocasiões esporádicas propicia mais saúde sem causar estranhamento.
Em pouco tempo, os benefícios superiores e sabores ainda mais deliciosos do veganismo logo se tornam irresistíveis para os flexitarianos.
? Conheça cinco mitos e verdade sobre a alimentação vegana!
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