
Ela fortalece os dentes, os ossos e os músculos, regula a absorção de minerais, atua no sistema imunológico e previne várias doenças e infecções - além de combater o envelhecimento. Essencial para o organismo, a vitamina D é um dos nutrientes com maior grau de deficiência na população global - o que inclui veganos e não-veganos.
A falta de vitamina D costuma ser associada à dieta vegana porque é um nutriente presente em alguns animais (como peixes gordos) e ausente nos vegetais. Mesmo nestes animais, porém, a quantidade de vitamina D é ínfima: a verdadeira fonte vital é a luz solar que, ao tocar nossa pele, estimula o organismo a transformar colesterol em vitamina D.
Pesquisas do programa norte-americano National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES) comprovam que a deficiência de vitamina D afeta pessoas que seguem todos os tipos de dieta: a insuficiência atinge 90% da população composta por negros, asiáticos e hispânicos e aproximadamente 60% da população branca.
Assim, ter de suprir a carência de vitamina D no sangue pode ser necessário para qualquer pessoa - inclusive as que seguem a dieta vegana. Siga conosco e saiba tudo sobre a vitamina D na dieta vegana!
Para que serve a vitamina D?
A vitamina D é uma vitamina de função hormonal que precisa ser mantida em uma proporção adequada no sangue para que o corpo não sofra dores, fadiga muscular, ossos enfraquecidos, doenças cardiovasculares e diversos outros problemas - incluindo câncer, diabetes e esclerose.
Confira as principais atribuições da vitamina D:
? Ossos e dentes - A vitamina D protege os ossos e previne ou trata a osteoporose ao melhorar a absorção de minerais como cálcio e fósforo;
? Coração - Capaz de diminuir a pressão arterial, a vitamina D reduz o risco de desenvolver doenças cardiovasculares ou hipertensão e protege o coração;
? Músculos - A vitamina D auxilia na formação dos músculos e confere mais força e agilidade ao corpo humano;
? Prevenção de doenças - A vitamina D não só estimula o sistema imunológico como impede o crescimento de células malignas e confere proteção contra uma longa lista de doenças e inflamações: câncer, diabetes, esclerose, artrite, lúpus, infecções bacterianas ou virais e muitas outras.
Carência de vitamina D e suas consequências
O consumo de alimentos de origem animal que contêm vitamina D não é o bastante para fornecer as necessidades diárias do nutriente: é a exposição adequada aos raios do sol que garante ao organismo o necessário para converter o colesterol que já está presente no corpo em vitamina D.
Ainda que os horários apropriados para se expor ao sol sejam entre 10h e 12h ou entre 15h e 16h30, o tempo de exposição varia de acordo com o tom de pele, a idade e o local onde se vive. Em regiões frias ou poluídas, por exemplo, é mais difícil obter a exposição ideal. A obesidade também interfere na transformação do colesterol em vitamina D.
Em caso de deficiência de vitamina D, as principais consequências, são:
? Fraqueza e dor muscular;
? Ossos enfraquecidos e osteoporose em idosos;
? Osteomalácia em adultos;
? Raquitismo e retardo de crescimento em crianças.
Como suprir a vitamina D?
Apesar de ser a fonte principal, o sol não é a única forma de se obter vitamina D. Hoje existem suplementos que oferecem ao corpo humano os níveis necessários do nutriente e que podem ser usados, com a devida orientação médica, por pessoas de todas as idades. O mais utilizado e eficaz é o suplemento D3 (colecalciferol).
Outra opção de suplementação é a vitamina D2 (ergocalciferol). Para os veganos, a suplementação de vitamina D também pode ser obtida através do consumo de alimentos fortificados com o nutriente, tais como: cogumelos, cereais, leite de soja, entre outros.
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